Dores na lombar: o que precisamos saber?

Dores na lombar: o que precisamos saber?

Tratamento correto evita que a dor aguda se torne crônica

 

POR UNIMED SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

 

A dor lombar é uma das principais queixas de grande parte da população mundial. Além de ser um incomôdo, ela pode causar diversos danos à saúde e à qualidade de vida.

 
De acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo Institute for Health and Evaluation, da Universidade de Washington, verificou-se que nos últimos 20 anos, estas enfermidade aumentaram cerca de 40% no mundo. No Brasil, essa estatística não é muito diferente e tornou-se uma questão de saúde pública, pois é necessário que o assunto seja mais informado para que esse público possa se tratar e melhorar sua qualidade de vida.

 
E o que a ciência tem mostrado nos últimos anos? Um dos assuntos que se destaca é o fato de existirem muitos mitos que geram crenças equivocadas nas pessoas e, como consequência, a predisposição a dores recorrentes. Diante disso, a ciência comprova que se houver uma ação correta desde a primeira crise de dor, a probabilidade de o problema vir a se tornar crônico tem uma grande redução. “Por incrível que pareça, um dos maiores vilões que faz com que exista a predisposição de dores recorrentes é o comportamento que o paciente toma após a primeira crise”, afirma o fisioterapeuta, Dr. Renato José Soares.

 
O especialista ainda destaca que características como o medo do movimento, o exagero de proteção local, o medo de uma nova lesão, a redução de atividades físicas, dentre outros aspectos, são características importantes e que influenciam diretamente na transição da dor lombar de aguda para crônica.

 
Para manter as pessoas informadas sobre o assunto, o Núcleo Viver Bem da Unimed São José dos Campos, que visa promover melhor qualidade de vida aos seus clientes, possui uma equipe multidisciplinar que orienta os pacientes, por meio de palestras, ações e eventos, pautados nas mais atuais evidências científicas sobre o assunto.

 
A recomendação do fisioterapeuta é que as pessoas procurem por um profissional que as ajudem a se manterem ativas e que mostrem as melhores formas de mudar algumas atitudes e comportamentos que ajudam a perpetuação da dor. “A grande maioria dos tratamentos deve seguir para uma linha mais conservadora, sem cirurgia, por meio de exercícios orientados por profissionais capacitados para esse fim, com ótimas possibilidades de melhora da sua qualidade de vida”, finaliza o fisioterapeuta.

 

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