“O desperdício de dinheiro público tem de acabar”

“O desperdício de dinheiro público tem de acabar”

A engenheira ambiental e mestre em Administração Pública Juliana Cardoso repudia as regalias existentes, não de hoje, no Congresso Nacional; filiada ao PR-SP, a suzanense defende o fim do desperdício do dinheiro público, enquanto valoriza a existência de mandatos eletivos transparentes e que mantenham diálogo permanente com a população

 

A engenheira ambiental e mestre em Administração Pública Juliana Cardoso é totalmente contra as regalias e o desperdício de dinheiro público que pautam, não de hoje, o expediente do Congresso Nacional e o noticiário. A suzanense, que é filiada ao PR-SP e é pré-candidata à deputada federal, concluiu recentemente o módulo de formação do Renova BR, grupo que tem como intuito capacitar novas lideranças, visando a renovação do quatro político brasileiro, o incentivo a uma maior participação da população nas decisões que afetam o dia a dia do cidadão, e o combate à corrupção.

 

Juliana foi selecionada para participar da iniciativa que teve mais de 4 mil inscritos, provenientes dos quatro cantos do País. Para a atividade, foram escolhidas pouco mais de cem pessoas, de idades, profissões, localidades e partidos diferentes, mas com algo muito importante em comum: valores e princípios éticos e morais, vontade de atuar na Política, e relevantes serviços prestados à sociedade no currículo.

 

Um dos aprendizados passados pelo Renova BR versa sobre a necessidade de o Brasil adotar práticas que induzam ao combate a fraudes e o mau uso do dinheiro público. De acordo com a republicana, outro problema que afeta o País há anos diz respeito ao quanto se gasta com o Congresso Nacional para seu funcionamento e manutenção:

 

“Para se ter ideia, o que se despede financeiramente para o funcionamento do Congresso Nacional daria para comprar 30 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e construir duas creches. Isso é absurdo! É, praticamente, R$ 1 milhão por hora. Precisamos de políticos que respeitem o dinheiro público, que sejam transparentes e que atuem não apenas no combate à corrupção, mas, principalmente, lutem por uma máquina pública sem privilégios e luxos. Acredito na Política ‘ficha limpa’, que trabalha contra a crise e por um Brasil melhor”, detalha.

 

Na avaliação da engenheira ambiental, é possível desenvolver o trabalho parlamentar com bem menos gastos e produzindo ainda mais em prol da população:

 

“Desde cedo, decidi que é preciso fazer mais pelas pessoas, pelas comunidades. Precisamos trabalhar por reformas necessárias. O dinheiro público não pode ser usado para pagar mordomias de políticos. Precisa ser investido em serviços e em equipamentos para a nossa gente. Política é construção coletiva. Por isso, caso eu chegue até o Congresso Nacional, é por este tipo de trabalho que vou lutar”.

 

 

Biografia

 

Juliana Cardoso tem 29 anos e é formada em Engenharia Ambiental, pelo Centro Universitário Luterano de Manaus; e pós-graduada em Administração de Empresas – MBA, pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com ênfase em Empreendedorismo, pela Babson College.

 

Mestre em Administração Pública, pela Universidade de Columbia; e mestranda em Direito Público.

 

Juliana é líder da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade – RAPS; talento da Rede da Fundação Lemann; membro do Movimento Agora!; e Global Shaper do Hub São Paulo, líder do RenovaBR.

 

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